É de impressionar o quadro de que tive notícia nesta quinta-feira, dia 7/4/11. Um homem desequilibrado adentra uma escola em Realengo, RJ, e dispara contra os alunos em sala de aula e, quando interceptado, se suicida. Foram ao menos 60 cápsulas deflagradas na direção de pessoas indefesas. Até o momento foram 12 mortos e 13 feridos, a maioria atingida foram meninas entre 12 e 14 anos de idade. Segundo os relatos, Wellington (o atirador) era uma pessoa muito introspectiva, não tinha amigos, nunca teve uma namorada, nunca saia de casa e ninguém se deu conta de que esse comportamento dava indícios da sua doença, pois está claro que só uma pessoa doente mental tomaria uma atitude como essa. Meu questionamento é: o que leva uma pessoa a cometer tal atrocidade? O que se pretende fazer para evitar que a situação se repita no futuro? Qual será a atitude das autoridades em relação à prevenção de fatos como esse? Como nós educadores podemos intervir na prevenção de atos como o descrito?
Muito se especula, mas há indícios de que o atirador no período em que estudou naquela escola, sofria bullying. Teria sido esse o estopim para o surto de Wellington?
Temos que refletir se estamos atentos aos que nos rodeiam. Temos que olhar e VER o outro... Temos que VER!
Conteúdo voltado à promoção de discussões entorno de temas com cunho sociocultural, filosófico e educacional.
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